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Do escritório para o home office: como ficam nossos resíduos nessa mudança?

Vai desapegar de muito material de escritório? Então separe e destine adequadamente esses resíduos

Trabalhar de casa já era uma tendência, mas muitas empresas ainda não acreditavam que a produtividade poderia ser mantida com os profissionais à distância. Com a pandemia de COVID-19, que obrigou as pessoas a pararem de circular, companhias com times administrativos e que conseguiam trabalhar remotamente adotaram o home office como regime de trabalho. A meta era preservar a saúde dos funcionários e contribuir com as estratégias para conter a disseminação do novo coronavírus.

Mesmo com a vacinação fluindo e um potencial retorno “à normalidade”, a percepção é a de que o home office veio para ficar. Tanto que uma pesquisa realizada pela InfoJobs afirma que a oferta de vagas para trabalho remoto cresceu 85% no início de 2021. A questão é que sim, muitas companhias adotarão pelo menos um sistema híbrido – no qual os colaboradores trabalham parte da semana de casa e parte da semana dos escritórios – e, com isso, uma mudança que também já começava a se encaminhar se fortalece: as pessoas deixam de ter uma mesa fixa de trabalho no ambiente corporativo e passam a utilizar bancadas coletivas. Não poderão mais acumular pertences no espaço de trabalho. É hora de desapegar!

E, para desapegar com consciência, devem lembrar que muitos desses resíduos gerados são recicláveis! Assim, precisam separá-los e destiná-los adequadamente para proteger o meio ambiente e contribuir com a cadeia da reciclagem.

Ah, importante! Cada item reciclável tem o seu destino correto!

Vamos pensar em tudo o que pode estar acumulado no escritório e que vai ser descartado. Revistas antigas, documentos que foram impressos e já não têm mais validade, cartas e folhetos. Além disso, plásticos diversos como pastas, copos e embalagens. Tudo isso deve ir para o coletor de recicláveis. Muitas canetas que não funcionam também podem surgir e, nesse caso, um alerta: as cargas devem ser descartadas no coletor comum e os tubos, plásticos, no de itens recicláveis.

Durante essa “faxina”, podem aparecer também muitos itens eletrônicos que não funcionam. Calculadoras quebradas, pendrives antigos, HDs externos que não servem mais, teclados, mouses e até monitores. Nesse caso, não é no cesto de recicláveis que eles devem ser descartados. Em primeiro lugar, as pessoas precisam se certificar de que não há nenhum dado pessoal armazenado nesses dispositivos. Na sequência, devem separar e levar todos esses resíduos para um ponto de coleta adequado. Para descobrir qual o mais perto, podem acessar o portal greeneletron.org.br. Há muitos coletores espalhados pelo país e com certeza há algum por perto para destinação adequada. Inclusive, todas as pilhas e baterias que forem encontradas nesse momento também podem ser levadas juntamente com os eletrônicos.

A mudança do escritório para o home office traz mais um impacto que não podemos esquecer. Permanecendo mais tempo todos os dias dentro de casa, podemos observar uma maior geração de resíduos concentrada. Afinal, vamos pensar como era a rotina de quem saía todos os dias para trabalhar?

Passando cerca de oito horas diárias no escritório, a geração de resíduos ficava distribuída entre o escritório, o restaurante frequentado no horário do almoço, a padaria do café da tarde e o percurso de casa até o trabalho. Agora, com a cultura do trabalho remoto, muitos desses resíduos passaram a ser gerados dentro de casa. Qual a parte boa disso tudo? Conseguimos ter uma percepção muito melhor do volume de resíduos que criamos todos os dias. E, separando corretamente todos eles, conseguimos ver a importância da reciclagem pois é notável como geramos muito mais resíduo reciclável do que orgânico.

Você que está trabalhando em casa, faça essa análise. E depois entre em nossas redes sociais e nos conte o que percebeu! 😉